Workers
Um fluxo disparado não roda na hora dentro da tela: ele entra numa fila e é executado pelos workers, os processadores da sua instância. A tela Workers mostra quais estão de pé neste momento.
É a tela para abrir quando uma execução fica em Pendente e não sai do lugar.
A lista se atualiza sozinha a cada 15 segundos.
O que a tela mostra
No alto, à direita, o indicador de quantos processadores estão ativos: verde quando há pelo menos um, vermelho quando não há nenhum.
| Coluna | O que é |
|---|---|
| Worker (réplica) | O identificador do processador. Havendo mais de um, cada um aparece numa linha. |
| Status | Ativo — ele se reportou há pouco. |
| Visto | Há quanto tempo foi a última vez que ele deu sinal. |
| Ativo desde | Quando esse processador entrou no ar. |
| Mensagens processadas | Quanto ele já executou desde que subiu. |
O que é normal
Pelo menos um processador ativo, com Visto em poucos segundos — o sinal é enviado a cada 15 segundos. Um Visto de um ou dois minutos ainda é aceitável: acontece quando o processador está no meio de um passo demorado, como uma consulta grande ao TOTVS RM.
Ativo desde com data recente indica que o processamento foi reiniciado há pouco. Depois de um reinício, o contador de Mensagens processadas volta a começar do zero — não é perda de execuções.
Mais de uma linha significa que há vários processadores dividindo a fila. É esperado e ajuda a vazão.
Quando não há nenhum ativo
A tela mostra Nenhum worker ativo no momento. Enquanto isso durar, as execuções continuam sendo criadas e ficam em Pendente — nada se perde, elas só aguardam. Assim que um processador volta, a fila anda.
Se a situação persistir por mais de alguns minutos, fale com a equipe da LBHM informando o endereço da sua organização e o horário em que percebeu.
Execução que parou no meio
Se o processador cair enquanto executa um fluxo, a execução não fica presa para sempre: em alguns minutos ela é encerrada automaticamente com a mensagem sobre processador inativo, e aparece assim nas Execuções.
Antes de mandar rodar de novo, confira o que o fluxo já tinha feito até parar — abra a execução e veja o último passo concluído. Reexecutar um fluxo que grava em outro sistema (criar registro no RM, enviar e-mail, abrir tarefa) repete o que já tinha sido gravado antes da queda.