Gatilhos

Todo fluxo começa por um gatilho — o nó que define quando ele roda e que produz os primeiros items. Há seis tipos.

Disparo manual

Inicia o fluxo sob demanda: pelo botão Executar, por um teste no editor ou por chamada de API. Ideal para rotinas que você dispara quando quer, e para montar e testar um fluxo novo.

Agendamento

Dispara em intervalos regulares — a cada N minutos, horas, dias ou semanas. Use para rotinas periódicas (uma sincronização diária, uma conferência de hora em hora). O fluxo precisa estar ativo para o agendamento valer.

Webhook

Inicia o fluxo quando recebe um chamado externo (uma requisição HTTP) num endereço próprio com um token único. Serve para integrar outro sistema: quando algo acontece lá, ele "avisa" o NEXUS Flow e o fluxo roda. Gere um token único para o seu webhook.

TOTVS RM (monitoramento)

Executa uma consulta no seu RM no intervalo configurado e emite cada linha do resultado como um item. É a forma de reagir a dados que surgem no RM — por exemplo, processar registros novos assim que aparecem. Usa uma credencial do RM.

Data Lake (linhas novas)

Verifica um dataset do Data Lake no intervalo configurado e dispara apenas com as linhas que apareceram desde a última vez — ele lembra onde parou, sem perder nem repetir nenhuma. É a forma de um fluxo consumir o que outro fluxo gravou, cada um no seu ritmo.

Erro

Dispara quando qualquer outro fluxo falha, recebendo as informações do erro como item. Serve para centralizar o tratamento de falhas — por exemplo, avisar por e-mail ou abrir uma tarefa sempre que algo der errado em qualquer automação.


Depois do gatilho, os nós de dados e lógica e os nós de ação fazem o trabalho.