Tarefas

Nem tudo se resolve sozinho. Quando um fluxo encontra algo que precisa de atenção de uma pessoa, ele pode abrir uma tarefa — uma pendência que fica registrada para alguém tratar.

De onde vêm

As tarefas são criadas pelo nó Criar tarefa dentro de um fluxo. Por exemplo: um fluxo que confere lançamentos pode, ao achar uma divergência, abrir uma tarefa com a descrição do problema, em vez de simplesmente falhar.

Cada tarefa pode ter uma chave de identificação. Se o fluxo rodar de novo com a mesma chave, em vez de abrir uma tarefa nova ele atualiza o título e a descrição da que já existe — evitando uma enxurrada de pendências repetidas quando um fluxo roda com frequência.

Um ponto que costuma surpreender: se aquela tarefa já foi concluída, ela continua concluída — o texto é atualizado, mas nada volta a ficar pendente. Quando cada ocorrência precisar de tratamento próprio, use uma chave que mude a cada ocorrência (incluindo, por exemplo, a data ou o número do documento).

A tela de Tarefas

Em Tarefas você vê as pendências que os fluxos registraram, das mais recentes para as mais antigas, com a descrição que o fluxo deixou. Use o filtro do topo para ver Todas, só as pendentes ou só as concluídas.

No menu de ações de cada linha você pode:

  • Concluir — marcar a tarefa como resolvida.
  • Reabrir — voltar uma tarefa concluída para o estado pendente, se precisar.

A tela não fica no menu lateral: acesse por /tarefas no endereço do seu ambiente.

Boas práticas

Use tarefas para o que realmente exige decisão humana (uma divergência, um dado faltando, uma aprovação). Para o que o próprio fluxo consegue tratar, prefira resolver com nós de lógica — assim as tarefas ficam reservadas ao que importa.