Nós
Além do catálogo que vem no produto, a sua organização pode ter nós próprios — passos feitos sob medida para uma regra que só existe aí. A tela Nós é onde esses nós são importados, ativados e exportados.
Um nó próprio ativo aparece na paleta do editor junto com os demais e se comporta como qualquer outro: recebe items, produz items, tem a aba Config.
A lista
Cada linha mostra:
| Coluna | O que é |
|---|---|
| Nó | O nome que aparece na paleta do editor. |
| Tipo | O identificador do nó, usado nos fluxos que o utilizam. |
| Versão | A versão do que está importado. |
| Estado | ativo (na paleta e executando) ou inativo. |
| Atualizado | Quando a definição foi importada pela última vez. |
No menu de Ações de cada linha você Exporta o manifesto, Ativa ou Desativa e Remove o nó.
Importar um nó
Clique em Importar nó e cole o manifesto — um arquivo JSON com a definição do nó. Ele tem esta forma:
{
"nexusflow_node": 1,
"tipo": "meu_node",
"versao": 1,
"descritor": {
"label": "Meu nó",
"grupo": "core",
"icone": "★",
"descricao": "Descreva o que o nó faz.",
"portas": ["main"],
"params": [
{ "nome": "fator", "label": "Fator", "tipo": "number", "padrao": "2" }
]
},
"codigo": "..."
}
| Campo | O que define |
|---|---|
tipo |
O identificador do nó. Só letras minúsculas, números e _, começando por letra. |
versao |
A versão da definição, para você acompanhar o que está no ar. |
descritor.label |
O nome exibido na paleta e no desenho do fluxo. Obrigatório. |
descritor.grupo |
Em que grupo da paleta ele aparece. |
descritor.portas |
As saídas do nó (main é a saída normal). |
descritor.params |
Os campos que aparecem na aba Parâmetros de quem usar o nó. |
codigo |
O que o nó faz com os items que recebe. |
Importar de novo com o mesmo tipo atualiza o nó que já existe — é assim que
se publica uma versão nova. Um tipo diferente cria um nó separado.
Quando ele aparece na paleta
Depois de importar, recarregue o editor para o nó aparecer na paleta. Para que ele passe a ser executado nas execuções dos fluxos, o processamento precisa ser reiniciado — acompanhe pela tela de Workers e, se a execução continuar sem reconhecer o nó, fale com a equipe da LBHM.
Quando a importação é recusada
A definição é conferida antes de ser gravada, então um manifesto com problema não entra no ar pela metade. As recusas mais comuns:
- O identificador já é de um nó do produto. Escolha outro
tipo. - O
tipotem caracteres não aceitos. Use só letras minúsculas, números e_. - Falta o
labelou ocodigo. Ambos são obrigatórios. - O código traz uma construção não permitida (declarar classes, tags de abertura de código, algumas funções). A mensagem indica qual foi.
- Erro de escrita no código. A mensagem traz a posição do problema.
Desativar e remover
Desativar tira o nó da paleta e para a sua execução, mas guarda a definição — é o caminho seguro quando você suspeita de um nó próprio e quer voltar atrás depois.
Remover apaga a definição e não tem volta. Antes de remover, exporte o manifesto: sem ele, a definição se perde. E confira quais fluxos usam o nó — um fluxo que tenta executar um nó que não existe mais termina com erro em todas as execuções seguintes.
Antes de importar
O código de um nó próprio roda dentro do NEXUS Flow da sua organização, com o mesmo alcance dos demais nós. Importe apenas definições de origem conhecida e revisadas por quem responde pela automação — as conferências da importação pegam descuido, não intenção. Na dúvida sobre uma definição recebida de fora, fale com a equipe da LBHM antes.