Ajustes do nó

Além dos parâmetros próprios de cada nó (o que consultar, para quem enviar), todo nó de ação tem uma aba Config com os ajustes de comportamento: o que acontece se ele falhar, se deve tentar de novo, quanto tempo esperar por um sistema externo e se pode processar vários items ao mesmo tempo.

Abra o nó no editor e clique na aba Config. Os gatilhos não têm essa aba — eles iniciam o fluxo, não processam items.

Em caso de erro

Decide o destino da execução quando o nó falha. É o ajuste que mais muda o resultado de uma automação de verdade.

Opção O que acontece
Parar o fluxo (erro) A execução termina com erro naquele passo. É o padrão.
Continuar (saída main com _erro) O fluxo segue pela saída normal; cada item ganha o campo _erro com a mensagem.
Continuar pela porta "error" O nó ganha uma segunda saída, error, e os items que falharam seguem por ela — a saída normal fica vazia.

Escolha Continuar pela porta "error" quando quiser um tratamento próprio para a falha (registrar, avisar, abrir uma tarefa) sem derrubar o resto do fluxo. A porta error aparece no desenho do nó assim que você seleciona a opção — ligue-a ao trecho que trata o problema.

Tentativas

Campo Para que serve
Tentativas extras Quantas vezes repetir a chamada além da primeira. Padrão: 0.
Espera entre tentativas (s) Pausa antes de cada nova tentativa. Padrão: 0.

A repetição só acontece em falha de conexão — conexão recusada, rede fora, nome não resolvido, tempo esgotado. Um erro de negócio (dado inválido, registro não encontrado, resposta com erro do sistema de origem) não é repetido: tentar de novo daria o mesmo resultado.

Use tentativas em nós de consulta. Em nós que gravam (criar registro no TOTVS RM, abrir tarefa, enviar e-mail), a repetição pode duplicar o efeito: a gravação pode ter sido aplicada e só a resposta ter se perdido pelo caminho — a nova tentativa grava de novo. Deixe em 0 nesses nós, a menos que você saiba que repetir é inofensivo.

Timeout (segundos)

Nós que falam com um sistema externo (TOTVS RM, HTTP, e-mail, Dimep) trazem o campo Timeout (segundos) nessa mesma aba: o tempo máximo de espera pela resposta. O padrão é 60 segundos.

Aumente quando a origem for reconhecidamente lenta (um relatório pesado, uma consulta grande). Um valor alto demais faz o fluxo ficar preso esperando; um valor baixo demais interrompe uma resposta que só estava demorando.

Processamento paralelo

Disponível nos nós que fazem chamadas a sistemas externos (consultas ao RM, HTTP, bancos, integrações LBHM).

Campo Para que serve
Processamento paralelo Liga o modo. Desligado, o nó atende um item por vez.
Itens em paralelo (grau) Quantos items são processados ao mesmo tempo. Padrão 5, máximo 20.

A saída sai na mesma ordem da entrada, com ou sem paralelo. Com o paralelo ligado, uma falha em um item vira o campo _erro naquele item e o lote continua — o Em caso de erro passa a valer só para uma falha do nó inteiro.

Suba o grau aos poucos: cada item em paralelo é mais uma chamada simultânea ao sistema de origem. Se o fluxo começar a falhar depois de aumentar, reduza o grau ou desligue o paralelo nesse nó.

Porta para saída vazia

Acrescenta ao nó uma porta vazio. Quando o nó não produz nenhum item — uma consulta sem resultados, por exemplo — os items que entraram seguem por essa porta. Serve para tratar o caso "não veio nada" sem confundir com erro.

Saída do nó

Nos nós que produzem campos, decide o que sai:

Opção O que acontece
Mesclar item Acrescenta os campos deste nó ao item que chegou, mantendo o que veio dos nós anteriores. É o padrão.
Substituir item Descarta o item de entrada e emite só os campos produzidos aqui.

Items com _erro mantêm sempre os dados de entrada, para você conseguir identificar qual registro falhou.

Notas

O campo Notas (anotação do nó) guarda um lembrete junto ao nó — por que aquele timeout é maior, de onde veio aquela regra. Fica no fluxo, para quem abrir depois.