Ações

Os nós de ação fazem algo acontecer a cada item: chamam uma API, consultam ou gravam num banco, enviam um e-mail, geram arquivos, criam tarefas. Vários usam uma credencial.

HTTP Request

Chama uma API HTTP (GET, POST, PUT, PATCH, DELETE) por item. Informe a URL (que pode usar {{ … }} com dados do item), os cabeçalhos — um por linha, no formato Nome: valor — e, nos métodos com corpo, o conteúdo a enviar. A autenticação é opcional e vem de uma credencial.

Duas recusas que valem conhecer antes de montar a integração:

  • O nó não segue redirecionamentos. Uma resposta 3xx chega como está, com o código e o cabeçalho de destino; se o serviço redireciona, aponte a URL final.
  • O nó recusa endereços da rede interna. Se o endereço informado resolver para um IP privado, de loopback ou de link local, a chamada não é feita. Use o endereço público do serviço; para bancos e sistemas que só existem dentro da rede do cliente, use o agente local.

Uma resposta com código de erro (4xx, 5xx) não interrompe o fluxo: ela chega normalmente, com o status e o corpo, para você decidir o que fazer com um IF. Já uma falha de comunicação (servidor fora do ar, nome não resolvido, tempo esgotado) é uma falha do nó e segue o Em caso de erro da aba Config — que, por padrão, encerra a execução. Veja Ajustes do nó. Para interromper de propósito, use Marcar erro.

Banco SQL

Executa um comando SQL num banco externo, usando uma credencial de banco — na credencial você escolhe o banco: MySQL/MariaDB, PostgreSQL ou SQL Server. Não é só consulta: um SELECT devolve uma linha por item para os próximos passos, e um comando de escrita (INSERT, UPDATE, DELETE) devolve a quantidade de linhas afetadas.

Escreva o SQL usando {{ … }} para trazer valores do item.

SQL Server

Mesmo comportamento do Banco SQL, com uma credencial própria de SQL Server — use este nó quando precisar dos ajustes específicos dela: se confia no certificado do servidor (o padrão, útil em rede interna com certificado próprio) e se exige criptografia na conexão.

Oracle

Mesmo comportamento, com uma credencial de Oracle. Na credencial, identifique o banco por Service Name (recomendado) ou por SID. No Oracle, escreva a sentença sem o ponto e vírgula final.

Banco local (via agente)

Consulta um banco que não está publicado na internet — um arquivo Access (.mdb/.accdb), por exemplo — através de um agente instalado na rede onde o banco vive. Escolha o Agente local, a Conexão e escreva o SQL; o resultado volta como items, igual aos demais nós de banco. Ajuste o Timeout ao tempo que a consulta costuma levar: esgotado o prazo, o nó falha avisando que o agente não respondeu. Veja Agente local para instalar e registrar.

Enviar e-mail

Envia um e-mail por item, em texto ou HTML, usando uma credencial SMTP. Além do destinatário, aceita CC, BCC, nome do remetente e Reply-To — todos com {{ … }}, e cada campo aceita vários endereços separados por vírgula ou ponto e vírgula.

Em Anexos — propriedades binárias você informa quais arquivos do item seguem junto (data é o nome padrão). É assim que o PDF do RM — Gerar Relatório ou a saída do Salvar em arquivo viram anexo. Separe por vírgula para mandar mais de um.

Enviar e-mail (modelo)

Envia um e-mail a partir de um modelo já cadastrado, em vez de digitar o texto no nó. Escolha o Modelo e preencha as variáveis que ele pede — cada valor aceita {{ … }} com dados do item. O assunto e o corpo vêm do modelo; aqui você define só destinatários, CC, BCC, nome do remetente e Reply-To. Use quando o mesmo texto se repete em vários fluxos e você quer mantê-lo num lugar só — veja Modelos de e-mail para escrever e manter o texto.

Salvar em arquivo

Transforma o conteúdo de uma variável do item num arquivo que segue anexado ao item, pronto para ser enviado por e-mail ou entregue ao Google Drive.

Campo Para que serve
Conteúdo (variável) O que vai virar arquivo, por exemplo {{ linhas }}
Formato JSON (formatado) ou Texto (.txt) — numa lista, o texto sai com uma linha por item
Nome do arquivo Como o arquivo será chamado; a extensão é acrescentada se faltar
Propriedade binária de saída Nome pelo qual os próximos nós encontram o arquivo (padrão data)

O arquivo trafega junto com o item durante a execução; ele não fica guardado no sistema depois.

Ler CSV

Lê um CSV e transforma cada linha num item.

Campo Para que serve
Fonte do arquivo Variável binária (do item), para um arquivo que chegou de um passo anterior, ou Subir arquivo manualmente
Propriedade binária Onde está o arquivo no item, quando a fonte é o próprio item
Separador Vírgula, ponto e vírgula, tabulação, barra vertical ou outro de sua escolha
Primeira linha é cabeçalho Ligado, os nomes das colunas viram os campos do item; desligado, saem como col_0, col_1
Codificação UTF-8 ou ISO-8859-1/Latin1 (planilhas salvas pelo Excel em português costumam ser Latin1)

Se o arquivo vier vazio ou faltar no item, a linha segue marcada com o motivo e o restante do lote continua.

Ao subir o arquivo pelo próprio nó, ele passa a fazer parte do fluxo e é carregado a cada execução — bom para tabelas de referência pequenas. Para arquivos grandes, baixe por HTTP ou pelo agente e leia pela variável binária.

Como os arquivos circulam entre os nós

Arquivo, aqui, é algo que viaja junto com o item sob um nome — data, por padrão. Quem produz arquivo (Salvar em arquivo, RM — Gerar Relatório, Google Drive — Arquivos ao baixar) grava sob esse nome; quem consome (Ler CSV, Enviar e-mail, Google Drive — Arquivos ao enviar) pergunta por ele. Se um passo já anexou algo, o seguinte pode usar outro nome e os dois convivem no mesmo item.

Um caminho completo, de ponta a ponta:

RM — Consulta SQL  →  Salvar em arquivo (JSON, "relatorio")  →  Enviar e-mail (anexos: relatorio)
Google Drive — Arquivos (baixar)  →  Ler CSV  →  Editar campos  →  Banco SQL

Criar tarefa

Cria uma tarefa interna para acompanhamento humano. Preencha a Chave (idempotência) com algo estável do item — o número do documento, por exemplo — e execuções repetidas atualizam a mesma pendência em vez de abrir outra.

Marcar erro

Encerra a execução em erro, com a mensagem que você escrever. Use quando uma condição torna o restante do fluxo inválido e você quer que a execução conste como falha (visível no Monitor e capturável por um gatilho de Erro).

Google Drive

Dois nós — Google Drive — Arquivos e Google Drive — Compartilhamento — cuidam de listar, baixar, enviar e compartilhar arquivos. Veja Google Drive.

Controle de acesso Dimep

Há nós dedicados para ler as marcações das catracas e para manter pessoas, credenciais, visitantes, visitas e veículos. Veja Dimep.

Outros sistemas LBHM

Os nós Tasks (criar, atualizar, listar, consultar e tópicos), Utils (consultar e buscar CEP) e LIP (notificar) conversam com os demais sistemas LBHM. Veja Integrações LBHM.


Para falar especificamente com o TOTVS RM, veja os nós do TOTVS RM.